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Estudo de caso da Becke Telcom para segurança e despacho em estações ferroviárias da Indonésia
Os sistemas de comunicação ferroviária precisam fazer mais do que transmitir avisos diários. Em estações movimentadas, passageiros podem precisar de ajuda imediata, equipes precisam se coordenar entre plataformas e escritórios, e a central de monitoramento deve responder às emergências sem atraso. Este estudo apresenta um projeto na Indonésia em que soluções da Becke Telcom melhoraram a assistência aos passageiros, a comunicação de emergências e o despacho centralizado.
O projeto utilizou módulos de intercomunicação BK-DAB-PA2S, terminais SIP BHP-SOS16 e terminais de despacho GP320 para criar uma rede de estação mais conectada. Passageiros podiam pedir ajuda em pontos SOS, funcionários podiam falar com a central e operadores passaram a ter uma forma mais clara de atender, despachar e gerenciar ocorrências ferroviárias.

O projeto foi implantado para a PT Kereta Commuter Indonesia, conhecida como KCI. A KCI é uma operadora ferroviária de transporte metropolitano na Indonésia, atendendo grandes áreas urbanas e seus arredores. A rede cobre Jacarta, Bogor, Depok, Tangerang e Bekasi, com 79 estações e cerca de 418,5 quilômetros de rotas em operação.
Em uma rede desse porte, a comunicação da estação está diretamente ligada à qualidade do serviço e à segurança pública. Passageiros podem precisar de ajuda com bilhetes, informações de plataforma, objetos perdidos, emergências médicas, incidentes de segurança ou reclamações urgentes. As equipes também precisam se coordenar entre áreas públicas, postos policiais, salas de monitoramento e balcões de atendimento.
Antes da atualização, a assistência dependia mais de rondas, resposta manual e meios separados de comunicação. Era difícil garantir suporte rápido em todos os pontos. Em uma emergência, mesmo um pequeno atraso podia afetar a experiência do passageiro, a eficiência do atendimento e a ordem operacional da estação.
A KCI precisava de uma solução que permitisse aos passageiros contatar rapidamente a central de monitoramento. O sistema também deveria apoiar a comunicação entre equipe e central, o relato de emergências na plataforma, áudio bidirecional claro e controle central de despacho. Como as estações têm grande fluxo, os equipamentos deveriam ser visíveis, fáceis de usar e protegidos por estruturas próprias para o ambiente ferroviário.
O objetivo final não era apenas instalar mais intercomunicadores. O projeto precisava de uma estrutura conectada que aumentasse a eficiência do serviço, reforçasse a segurança dos passageiros e ajudasse a central a tratar ocorrências com mais rapidez e consistência.
Estações ferroviárias são diferentes de prédios de escritórios. Há grande movimentação de passageiros, várias entradas e saídas, plataformas, bilheterias, salas de serviço, postos policiais e áreas operacionais. Os pontos de comunicação ficam distribuídos e o usuário nem sempre sabe onde encontrar funcionários quando precisa de ajuda.
A assistência ao passageiro também exige rapidez. Uma pessoa pode precisar de orientação de embarque, uma família pode comunicar um objeto perdido ou alguém pode pressionar o botão de emergência por motivo médico ou de segurança. Nesses momentos, o sistema deve conectar o usuário ao centro correto de forma rápida e clara.
A central de monitoramento também enfrenta pressão prática. Os operadores precisam saber a origem da chamada, o tipo de situação e se é necessário enviar funcionários. Sem uma rede SOS fixa, a central pode depender de telefonemas, relatórios de ronda ou rádios dispersos, atrasando a resposta.
Outro desafio é a proteção do equipamento. Dispositivos em áreas públicas sofrem uso frequente, impactos acidentais, poeira, umidade e risco de violação. Por isso, um terminal ferroviário deve combinar desempenho de áudio, compatibilidade SIP, instalação fácil de gerenciar e alta confiabilidade física.
O sistema ferroviário da Becke Telcom foi organizado em três funções. O BK-DAB-PA2S equipou pontos SOS personalizados para passageiros; o BHP-SOS16 foi utilizado como terminal SIP em áreas públicas e postos policiais; e o GP320 foi instalado na central como terminal visual de comunicação e despacho.
O sistema seguiu uma estrutura do campo para a central. Quando o passageiro pressionava o botão SOS, a chamada era encaminhada à central. Chamadas feitas pelo BHP-SOS16 também podiam ser atendidas pelo centro. O GP320 permitia tratar chamadas, falar com os pontos da estação e coordenar ações em uma posição central.
Em vez de tratar chamadas SOS, intercomunicação de plataforma e operação da central como tarefas separadas, o sistema as conectou em um único fluxo ferroviário. Isso reduziu pontos isolados e melhorou a consistência de resposta entre as áreas da estação.
| Dispositivo | Função na implantação | Função principal | Valor para o projeto |
|---|---|---|---|
| BK-DAB-PA2S | Ponto SOS personalizado para passageiros | Pedido de ajuda com um botão e comunicação bidirecional | Permite contato rápido com a central quando é necessária assistência |
| BHP-SOS16 | Intercomunicador de área pública e posto policial | Intercomunicação SIP, chamada de emergência, áudio e integração | Fornece acesso de comunicação para equipe e áreas de passageiros |
| GP320 | Terminal de despacho da central de monitoramento | Tratamento de chamadas, intercomunicação, operação visual, controle de transmissão e despacho | Ajuda a atender, gerenciar e coordenar eventos ferroviários com eficiência |
O BK-DAB-PA2S foi aplicado como componente principal dos pontos SOS. Equipamentos voltados ao público precisam ser simples para que qualquer pessoa possa operá-los sob pressão. O botão único permite pedir ajuda sem procurar um número ou localizar o funcionário mais próximo.
No projeto, a unidade SOS foi montada em um gabinete personalizado para a estação. A estrutura incluía módulo BK-DAB-PA2S, botão de chamada, alto-falante, microfone e componentes de instalação. O gabinete protegia o equipamento, facilitava a identificação do ponto e harmonizava o dispositivo com o ambiente.
Quando o passageiro pressiona o botão SOS, a chamada é enviada à central de monitoramento. O operador pode atender, falar diretamente com o passageiro e decidir se fornece orientação por voz, contata funcionários ou encaminha a ocorrência à segurança ou emergência.
Esse design transforma uma área passiva em um ponto ativo de comunicação. O passageiro não precisa esperar a passagem de uma ronda. A central recebe a solicitação diretamente, reduz o tempo da primeira resposta e entende a situação mais cedo.
O BHP-SOS16 foi instalado em áreas públicas e postos policiais para fornecer intercomunicação baseada em SIP. Em comparação com um ponto analógico simples, ele oferece arquitetura IP integrada: registro em plataformas SIP, chamadas de intercomunicação, chamadas de emergência e conexão com outros recursos da estação.
A especificação informa suporte a 2 linhas SIP, discagem rápida, transmissão MP3, teclas DSS personalizadas, conexão de alto-falante ativo mono, saída de gravação, entradas e saídas de sinal, interface para cartão TF e alimentação Ethernet. Isso atende áreas que precisam de chamadas e ligação de áudio local.
O terminal também oferece atendimento automático, ajuste remoto ou por botão, sincronização de horário, tarefas programadas, multicast dinâmico, conversão de chamada SIP para multicast, HTTP API, Action URL e Active URI. Esses recursos ligam a operação às regras de gestão, tarefas de áudio, mensagens de plataforma e eventos externos.
Para áudio, suporta codecs de banda estreita G.711, G.729, iLBC, G.723.1 e G.726-32K, além de G.722 e Opus em banda larga. Também dispõe de comunicação full-duplex e cancelamento acústico de eco, importantes diante de ruído, avisos, movimentação de passageiros e espaços abertos.
O hardware do BHP-SOS16 também se adapta ao ambiente público: proteção IP65, resistência IK10, gabinete de alumínio, montagem em parede, PoE Class 3, entrada DC12V–24V, chave antiviolação, duas interfaces de entrada/saída por curto-circuito e operação de -30 °C a 60 °C.
O GP320 foi utilizado como principal terminal de despacho e comunicação da central. É nesse ponto que chamadas de passageiros, equipes e emergências são recebidas e coordenadas. Portanto, o terminal precisa de operação visual, gestão flexível de contatos, áudio claro e integração com o sistema SIP.
A especificação inclui 20 linhas SIP, voz HD, chamadas de vídeo, PoE, tela colorida sensível ao toque de 10,1 polegadas e 1280×800, monofone, viva-voz e headset, teclas virtuais DSS inteligentes e sistema Android. Assim, funciona como console prático da sala de monitoramento.
O GP320 ajuda a atender chamadas dos pontos BK-DAB-PA2S e terminais BHP-SOS16. A tela facilita a gestão, a conversa com usuários em campo e a coordenação da resposta. Em uma estação com eventos em vários locais, o despacho visual reduz confusão e aumenta a velocidade.
O equipamento suporta registros de chamadas, agendas local e de rede, busca inteligente, gravação de áudio e vídeo, Wi-Fi, Bluetooth 5.0, Action URL, Active URI, multicast e SIP padrão. Esses recursos ajudam a criar históricos completos, rastreabilidade e fluxos de despacho.
Na integração de rede, suporta Ethernet gigabit em modo bridge, IPv4/IPv6, DHCP, autenticação 802.1x, VLAN, LLDP, QoS, servidores SIP principal e reserva, SIP sobre UDP/TCP/TLS, RTP/RTCP/SRTP, STUN, HTTP/HTTPS e TR-069, oferecendo flexibilidade em redes gerenciadas.

A implantação foi baseada em um fluxo prático de atendimento. Pontos SOS foram instalados onde solicitações eram mais prováveis, criando um canal fixo da área pública até a central. Quando precisavam de apoio, os passageiros pressionavam o botão e falavam diretamente com o operador.
Terminais BHP-SOS16 foram instalados em áreas públicas e postos policiais. Nas áreas públicas, apoiavam o relato de emergências e o contato da equipe com a central. No posto policial, mantinham a comunicação direta da segurança com a central ou outros pontos.
O GP320 foi instalado dentro da central. Operadores podiam receber chamadas, gerenciar a intercomunicação e coordenar ações. Quando uma chamada vinha de um ponto SOS ou terminal da estação, eles falavam imediatamente com o usuário e definiam a próxima etapa.
Um evento típico segue este fluxo: o passageiro precisa de ajuda na plataforma, pressiona o ponto SOS, o BK-DAB-PA2S encaminha a chamada, o operador do GP320 atende, confirma a situação e contata funcionários ou segurança. O BHP-SOS16 oferece outra entrada no mesmo fluxo a partir de áreas públicas ou postos policiais.
Esse processo reduz o intervalo entre descoberta e resposta. Também melhora a coordenação, pois a central se torna o núcleo compartilhado para assistência ao passageiro, contato com equipes e despacho de emergência.
Em uma estação, a velocidade de resposta depende de quão rápido a informação chega à pessoa certa. Se o passageiro precisar ir a um balcão, esperar uma ronda ou usar o celular, perde-se tempo valioso. Um sistema SOS fixo cria um canal de ajuda mais claro e confiável.
A comunicação integrada ajuda a central a manter melhor controle. Operadores recebem chamadas de vários pontos, identificam a origem, falam diretamente com o usuário e coordenam a equipe. Isso melhora a percepção da situação e reduz confirmações repetidas.
Para o passageiro, o valor é tornar a ajuda mais acessível. Para a equipe, as chamadas são encaminhadas, atendidas e tratadas em um sistema definido. Para o operador ferroviário, registros, planejamento de dispositivos e fluxos de resposta ficam mais consistentes.
Esse sistema é especialmente útil em grandes estações metropolitanas, estações de transferência, estações elevadas, plataformas remotas e redes com muitos locais distribuídos. Atende tanto o serviço diário quanto necessidades urgentes.
A configuração de três dispositivos foi escolhida porque cada produto resolve uma camada diferente: BK-DAB-PA2S no acesso do passageiro, BHP-SOS16 na intercomunicação robusta e GP320 na operação da central. Juntos, formam um sistema mais completo.
| Necessidade do sistema | Dispositivo usado | Como apoia a operação ferroviária |
|---|---|---|
| Pedido de ajuda do passageiro | BK-DAB-PA2S | Cria ponto SOS de um botão nas áreas públicas |
| Intercomunicação de área pública | BHP-SOS16 | Suporta SIP, discagem rápida, emergência, multicast e ligação |
| Comunicação do posto de segurança | BHP-SOS16 | Fornece terminal IP estável para contato direto da polícia ou segurança |
| Controle da central de monitoramento | GP320 | Oferece atendimento, tela sensível ao toque, vídeo, áudio e coordenação |
| Rastreabilidade de eventos | GP320 e integração de plataforma | Suporta chamadas, registros e resposta estruturada |
| Durabilidade externa ou pública | BHP-SOS16 | Oferece IP65, IK10, gabinete de alumínio, chave antiviolação e PoE |
Sistemas ferroviários precisam ser fáceis de manter em muitas estações. Com 79 estações na rede KCI, configuração, solução de falhas e gestão não podem depender apenas de trabalho manual. Comunicação SIP e acesso IP tornam a gestão central mais prática.
O BHP-SOS16 suporta Ethernet 10/100 Mbps, IPv4/IPv6, IP estático, DHCP, PPPoE, VPN L2TP e OpenVPN, VLAN, HTTP API, Action URL e Active URI. Esses recursos permitem integração com redes gerenciadas e fluxos de ligação de eventos.
O GP320 acrescenta Ethernet gigabit, SIP sobre UDP/TCP/TLS, RTP/RTCP/SRTP, STUN, DHCP, 802.1x, VLAN, LLDP, QoS, servidores SIP principal e reserva, HTTP/HTTPS e TR-069. A equipe ganha opções para planejamento, provisionamento e gestão remota.
Isso é importante porque o sistema não deve se tornar difícil de manter após a instalação. Os dispositivos precisam ser rastreáveis, configuráveis e suportados ao longo do tempo. Ao adicionar pontos ou alterar rotas, a expansão deve ocorrer sem redesenhar toda a arquitetura.
Um atendimento ao passageiro normalmente começa com incerteza. Ele pode não saber onde fica o balcão, não conseguir falar claramente com funcionários ou não poder deixar a plataforma. Um ponto SOS BK-DAB-PA2S fornece uma entrada direta e visível de ajuda.
Após pressionar o botão, o operador responde pelo GP320. O passageiro explica o problema e recebe instruções ou apoio de funcionários. Se necessário, o operador coordena a segurança por pontos BHP-SOS16 ou outros canais internos.
Isso reduz a necessidade de procurar funcionários e a chance de uma ocorrência passar despercebida. Também ajuda os gestores a criar um processo mais controlado para tratar solicitações.
O relato de emergência exige conexão rápida, voz clara e roteamento previsível. O BHP-SOS16 suporta chamadas de emergência e intercomunicação. Discagem rápida, registro SIP, áudio full-duplex, AEC e construção robusta o tornam adequado a áreas públicas e salas operacionais.
Quando uma chamada parte de plataforma, área pública ou posto policial, o sistema a encaminha à central. O operador do GP320 recebe e inicia a resposta. Se for necessário pessoal local, contata funcionários ou segurança conforme o fluxo da estação.
O objetivo é reduzir o tempo entre o evento, o conhecimento da central e a resposta em campo. Isso melhora a gestão de ferimentos, comportamento anormal, pessoas perdidas, falhas de equipamentos e conflitos em áreas públicas.
A central de monitoramento é o núcleo de comunicação. O GP320 oferece terminal dedicado para chamadas, intercomunicação e despacho. Sua tela grande e funções programáveis são mais adequadas que um telefone comum para tratar vários pontos.
Com o GP320, o operador atende pontos SOS, fala com BHP-SOS16 e coordena a comunicação em uma estação de trabalho. Voz HD, vídeo, gravação, registros, contatos, Wi-Fi, Bluetooth e multicast oferecem mais ferramentas para o dia a dia e emergências.
Em redes grandes, a central não deve apenas receber chamadas. Deve compreender o contexto, coordenar recursos e manter a comunicação organizada. O GP320 combina SIP, operação visual e tratamento de despacho para esse papel.
Após a implantação, a comunicação ficou mais direta e simples de operar. Passageiros pediam ajuda nos pontos SOS, equipes se comunicavam pelos terminais SIP e a central atendia e gerenciava chamadas pelo GP320.
O projeto aumentou a eficiência do serviço. Em vez de esperar rondas ou procurar balcões, passageiros chegavam à central pelos pontos fixos, permitindo orientação imediata ou envio mais rápido de funcionários.
O sistema também reforçou a segurança. O BHP-SOS16 ofereceu acesso robusto em áreas públicas e operacionais, o BK-DAB-PA2S criou um canal de emergência para passageiros e o GP320 centralizou o atendimento, melhorando o serviço diário e urgente.
Do ponto de vista de gestão, a fragmentação diminuiu. Chamadas SOS, intercomunicação pública e despacho deixaram de ser funções isoladas. A estação passou a ter um fluxo unificado para assistência, relato de incidentes e coordenação.

O primeiro benefício foi a resposta mais rápida. O ponto SOS de um botão permitiu contato direto com a central, reduzindo o tempo de relato e tornando a ajuda mais acessível em áreas movimentadas.
O segundo foi a comunicação mais clara. O BHP-SOS16 forneceu canal SIP para áreas públicas e postos policiais. Áudio full-duplex, AEC e codecs de banda larga melhoraram a clareza em relação a dispositivos básicos.
O terceiro foi a melhor coordenação da central. O GP320 ofereceu um posto prático para chamadas, registros e resposta. Linhas SIP, tela, voz HD, vídeo e despacho são adequados à comunicação multiponto.
O quarto foi a expansão mais fácil. Como o sistema usa IP e SIP, novos pontos podem ser planejados e adicionados com mais flexibilidade, algo importante para operadores com muitas estações e rotas extensas.
O quinto foi a maior rastreabilidade. Chamadas e eventos passam por equipamentos dedicados e terminais centrais, permitindo gestão mais sistemática, análise de ocorrências, melhoria do serviço e administração de longo prazo.
Em projetos com várias estações, o projeto deve começar pelos cenários de usuário, não pelos equipamentos. É preciso identificar onde passageiros provavelmente precisarão de ajuda, onde funcionários precisam de contato direto e onde a central deve saber mais rápido.
Pontos SOS voltados ao passageiro devem ser instalados em locais visíveis e acessíveis. O gabinete precisa proteger o equipamento e destacar a função de chamada. Identificação clara, altura adequada e captação de áudio confiável são importantes.
Terminais de áreas públicas devem ficar onde funcionários ou passageiros possam precisar de comunicação urgente. PoE, IP65, IK10, alarme antiviolação e SIP tornam o BHP-SOS16 adequado a áreas públicas e salas operacionais.
A central deve ter terminais capazes de tratar volume e complexidade. O GP320 é útil quando o operador precisa de mais que um telefone: tela sensível ao toque, gestão SIP, áudio claro, vídeo e resposta rápida.
O planejamento de rede também é essencial. Os dispositivos devem ter acesso estável, políticas VLAN ou QoS, registro SIP seguro e nomes claros. Isso facilita falhas futuras e mantém a gestão ao adicionar estações e terminais.
Este projeto na Indonésia mostra como produtos da Becke Telcom unem assistência ao passageiro, intercomunicação e despacho. O BK-DAB-PA2S forma pontos SOS personalizados, o BHP-SOS16 fornece acesso SIP robusto e o GP320 oferece terminal eficiente à central.
O valor foi além da instalação de dispositivos. O projeto criou um fluxo do passageiro à central, da equipe à sala de controle e da emergência à coordenação. Em uma rede movimentada, melhora a velocidade, a confiabilidade e a segurança operacional.
A Becke Telcom atua em comunicação industrial e segurança integrada para ambientes exigentes. De pontos SOS e terminais SIP ferroviários a consoles de despacho, sonorização pública, comunicação de emergência e integração de plataformas, ajuda a construir sistemas de campo confiáveis para transporte, infraestrutura e segurança pública.